Como vai leitor, visitante deste singelo blog? Uma semana se passou e é hora de atualizar as coisas por aqui. Como ficou prometido, trago hoje mais um espisódio da série Poeira Publicitária apresentando grandes clássicos da nossa propaganda. O que mostro hoje irá marcar presença em outras edições da série. Tratam-se de comerciais de automóveis. Sou fascinado por comerciais antigos desse segmento porque é engraçado ver carros que hoje são verdadeiras latas ambulantes, sendo anunciados como novos, zero quilômetro.
Então vamos ao primeiro de hoje:
Esse comercial foi um dos que lançaram a Fiat no Brasil, em 1976, em meio a uma crise do petróleo. O Fiat 147 foi o primeiro carro lançado pela montadora no país. Para quebrar a desconfiança das pessoas, foram veiculados comerciais que desafiavam o automóvel que apresentava um conceito de economia e praticidade. Em outro comercial, o carro percorreu por toda a ponte Rio-Niterói (14 quilômetros) com um litro de gasolina, consumindo apenas 3/4 de litro. Porém, o carro proporcionou à Fiat uma péssima impressão por muitos anos, o que mudou nos anos 2000.
A seguir, outro "carrão". O Chevette S/R:
O comercial acima é de 1981 e lançava o potente Chevette S/R. Tratava-se de um modelo esportivo que atraia o público mais jovem. Não sei você, mas eu dei boas risadas com o Chevettão bravo. A cena do cinto também é ótima.
E eu não poderia me despedir sem antes citar mais um comercial. Não apenas mais um, mas sim um clássico da propaganda brasileira:
Em 1971, este comercial entrou para a história. Ao mesmo tempo que divulgava a construção de uma das rodovias mais importantes do país (a Transamazônica), mostrou a ousadia de apresentar um conceito de carro forte. Criado por um dos meus ídolos profissionais, Alex Periscinoto, o VT teve suas dificuldades. o Fusca voi levado por um Hércules da Força Aérea e a equipe foi atrás em um avião monomotor. Toda a equipe de produção ficou hospedada em um único quarto de uma precária pensão com direito a ataques de aranhas. O automóvel atolou por várias vezes no terreno, sendo resgatado por tratores.
O Fusca, desde o seu lançamento em 1962, comercializou mais de 3,3 milhões de unidades. Será difícil vermos esse carro extinto. Uma pena é que quase 40 anos se passaram e pouca coisa mudou em relação a Transamazônica. A rodovia não é pavimentada em sua grande maioria e na época de chuva - entre outubro e março - é intransitável, sendo preferida por aventureiros em seus jipes 4x4.
Espero que você tenha se divertido com os comerciais que apresentei hoje. Ainda mais por saber que esses carros já foram novinhos um dia.
Um abraço e até a próxima postagem.
domingo, 23 de março de 2008
domingo, 16 de março de 2008
Os Sentidos da Memória.
Olá caro(a) visitante do meu mundo. Veio-me a idéia de escrever sobre algo que aparentemente pode ser bobo, mas tem grande relevância em nossa vida. Por isso, o Poeira Publicitária ficará para a próxima postagem.

Vocês já perceberam que dos cinco sentidos do corpo humano, dois deles estão inteiramente ligados a nossa memória? Os cinco sentidos têm a função de permitir nosso relacionamento com o ambiente. Como vimos na aula de Ciências da 2ª série, são eles a Visão, o Paladar, o Tato, o Olfato e a Audição. O post de hoje serve para falar destes dois últimos.
Certa vez, encontrei um velho frasco de perfume numa caixa. Abri para sentir o aroma e quando a fragância entrou pelo meu nariz, que diga-se de passagem é grande o suficiente para perceber isso (risos), veio-me na hora lembranças do tempo do ensino fundamental. Por quê? Era o perfume que eu usava quando ia para a escola. Ao mesmo tempo, veio-me outras lembranças relacionadas como a turma da sala de aula, o bairro da escola, entre outras recordações. Às vezes, o cheiro de um alimento ou de um ambiente também nos faz lembrar de coisas do passado. É impressionante como o olfato tem esse poder de lembrança. Coisa que a visão e o tato não tem, pois nem sempre, quando uma pessoa vem falar com você, e mesmo com a troca de olhares, lembra-se de quem se trata. O paladar até pode ter esse poder, mas não em grandes proporções.
Já a audição, essa também, possui uma certa força em resgatar lembranças do passado e trazer um ar de saudosismo. Isso acontece principalmente quando a audição é usufruída por meio da música. Acho que a audição só tem o poder de lembrança com mais intensidade através dessa forma de arte. Quantas vezes você não ouviu uma canção e lembrou de alguém, de um momento, de uma alegria, de uma dor? Eu, particularmente, lembro do meu primeiro ano do Ensino Médio cada vez que ouço "Adam's Song" ou "What's My Age Again?" do Blink 182. Isso porque foram músicas que marcaram aquele período da minha vida. Há músicas que me fazem lembrar de pessoas. Há certas músicas que estou proibido de ouvir por ordens médicas, psiquiátricas, papais e etc. É daí que tiramos a importância da música para as nossas vidas. O quanto elas interferem nos comportamentos. Grau de importância esse presente na musicoterapia que trata de diversas patologias por meio da música. Mas claro, tudo isso não seria possível sem a audição, um dos sentidos fundamentais para o aprendizado de qualquer indivíduo.
Eu poderia abordar, destacar, citar e buscar diversos pontos de vista e conclusões sobre esse assunto, mas não pretendo fazer desse post uma tese de doutorado. Contudo, é interessante observar esses fenômenos que estão presentes em nossas vidas com tanta freqüência, mas que passam despercebidos por nós.
O que me fez escrever este texto hoje foi o fato de ouvir uma música que me lembrou da minha última viagem, em dezembro. Estava na divisa do município de Sarandi e Marialva aqui no Paraná, indo para São Paulo, dentro de um ônibus, e foi quando liguei meu mp3 player (companheiro de viagem) e tocou a música do vídeo abaixo. Aquela paisagem rural de fim de tarde que ilustrava a janela do ônibus enqüanto tocava a música, foi suficiente para marcar na memória. Posso ficar 10 anos sem ouvir essa música, mas terei a certeza de que quando ouví-la novamente, irei lembrar dessa viagem ou, para ser exato, desse momento da viagem.
A propósito, agradeço à amiga e leitora assídua deste blog, Paulinha, por ter baixado e mandado a música para mim, uma vez que estava há quase quatro anos procurando por ela. A música em questão é esta:
Fique com Deus e até a próxima.

Vocês já perceberam que dos cinco sentidos do corpo humano, dois deles estão inteiramente ligados a nossa memória? Os cinco sentidos têm a função de permitir nosso relacionamento com o ambiente. Como vimos na aula de Ciências da 2ª série, são eles a Visão, o Paladar, o Tato, o Olfato e a Audição. O post de hoje serve para falar destes dois últimos.
Certa vez, encontrei um velho frasco de perfume numa caixa. Abri para sentir o aroma e quando a fragância entrou pelo meu nariz, que diga-se de passagem é grande o suficiente para perceber isso (risos), veio-me na hora lembranças do tempo do ensino fundamental. Por quê? Era o perfume que eu usava quando ia para a escola. Ao mesmo tempo, veio-me outras lembranças relacionadas como a turma da sala de aula, o bairro da escola, entre outras recordações. Às vezes, o cheiro de um alimento ou de um ambiente também nos faz lembrar de coisas do passado. É impressionante como o olfato tem esse poder de lembrança. Coisa que a visão e o tato não tem, pois nem sempre, quando uma pessoa vem falar com você, e mesmo com a troca de olhares, lembra-se de quem se trata. O paladar até pode ter esse poder, mas não em grandes proporções.
Já a audição, essa também, possui uma certa força em resgatar lembranças do passado e trazer um ar de saudosismo. Isso acontece principalmente quando a audição é usufruída por meio da música. Acho que a audição só tem o poder de lembrança com mais intensidade através dessa forma de arte. Quantas vezes você não ouviu uma canção e lembrou de alguém, de um momento, de uma alegria, de uma dor? Eu, particularmente, lembro do meu primeiro ano do Ensino Médio cada vez que ouço "Adam's Song" ou "What's My Age Again?" do Blink 182. Isso porque foram músicas que marcaram aquele período da minha vida. Há músicas que me fazem lembrar de pessoas. Há certas músicas que estou proibido de ouvir por ordens médicas, psiquiátricas, papais e etc. É daí que tiramos a importância da música para as nossas vidas. O quanto elas interferem nos comportamentos. Grau de importância esse presente na musicoterapia que trata de diversas patologias por meio da música. Mas claro, tudo isso não seria possível sem a audição, um dos sentidos fundamentais para o aprendizado de qualquer indivíduo.
Eu poderia abordar, destacar, citar e buscar diversos pontos de vista e conclusões sobre esse assunto, mas não pretendo fazer desse post uma tese de doutorado. Contudo, é interessante observar esses fenômenos que estão presentes em nossas vidas com tanta freqüência, mas que passam despercebidos por nós.
O que me fez escrever este texto hoje foi o fato de ouvir uma música que me lembrou da minha última viagem, em dezembro. Estava na divisa do município de Sarandi e Marialva aqui no Paraná, indo para São Paulo, dentro de um ônibus, e foi quando liguei meu mp3 player (companheiro de viagem) e tocou a música do vídeo abaixo. Aquela paisagem rural de fim de tarde que ilustrava a janela do ônibus enqüanto tocava a música, foi suficiente para marcar na memória. Posso ficar 10 anos sem ouvir essa música, mas terei a certeza de que quando ouví-la novamente, irei lembrar dessa viagem ou, para ser exato, desse momento da viagem.
A propósito, agradeço à amiga e leitora assídua deste blog, Paulinha, por ter baixado e mandado a música para mim, uma vez que estava há quase quatro anos procurando por ela. A música em questão é esta:
Fique com Deus e até a próxima.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
MEMÓRIA 80/90 - Nº 06
Chegou a hora de relembrarmos mais um grande momento da nossa infância. O que apresento hoje não foi um dos meus programas favoritos, pois a minha preferência sempre foi pela programação infantil do SBT. Mas, nada me impedia de ficar alguns minutos assistindo a uma turma divertida que ralava como gente. Você leitor com mais de 15 anos deve certamente lembrar do que resgato hoje no Memória 80/90. Veja o vídeo abaixo:
A TV Colosso foi ao ar em 1993 quando entrou no lugar do clássico "Xou da Xuxa" e foi exibido até 1996. O programa era representado por bonecos de cachorros que exerciam uma atividade dentro de uma estação de TV. Eram produzidos programas com atores, apresentadores, além de uma gama de profissionais como câmera man (ou seria câmera dog?), produtores, diretores, entre outros. Toda o enredo se baseava no cotidiano de um profissional de uma emissora de televisão.
Durante toda essa agitação, eram exibidos diversos desenhos. Entre eles "Spiff & Hércules", "Taz-Mania", "Animaniacs", "Eak the cat" (adorava), além das séries como o Power Ranges inspirado nos seriados japoneses do estilo Metal Heroes, só que americanizado. Estes são exibidos até hoje (particularmente prefiro o Jaspion).
Alguns dos programas da Tv Colosso eram o "Jornal Colossal", "Olimpíadas de Cachorro", "Acredite Se Puder" e outros tantos.
E os personagens? Cito alguns como JF (dono da TV Colosso), Capachão (o puxa-saco do chefe), Walter Gates (apresentador do Jornal), Paulo Paulada, Jaca Paladium, Mago Malabi e os queridos Gilmar e Priscila.
A propósito, o Vesgo do Pânico, como muitos afirmam, nunca foi a Priscila da TV Colosso. O papel mais próximo disso foi o do Corvo em um programa de auditório do Marcos Mion na Rede Bandeirantes.

Na época do programa, foram lançados discos com as músicas, gibis e até filmes com o elenco. A TV Colosso foi cotada para voltar ao ar agora em 2008, mas como o produtor do programa recusou a proposta de assumir a programação infantil da Rede Globo, por enquanto nada feito.
Quem viveu esta época, espero que tenha gostado. Deixo aqui mais um vídeo com o último bloco de um programa com aquele tradicional encerramento da chamada para o almoço em que o chef era praticamente atropelado pela cachorrada esfomeada.
Um abraço. Seu comentário será bem-vindo.
A TV Colosso foi ao ar em 1993 quando entrou no lugar do clássico "Xou da Xuxa" e foi exibido até 1996. O programa era representado por bonecos de cachorros que exerciam uma atividade dentro de uma estação de TV. Eram produzidos programas com atores, apresentadores, além de uma gama de profissionais como câmera man (ou seria câmera dog?), produtores, diretores, entre outros. Toda o enredo se baseava no cotidiano de um profissional de uma emissora de televisão.
Durante toda essa agitação, eram exibidos diversos desenhos. Entre eles "Spiff & Hércules", "Taz-Mania", "Animaniacs", "Eak the cat" (adorava), além das séries como o Power Ranges inspirado nos seriados japoneses do estilo Metal Heroes, só que americanizado. Estes são exibidos até hoje (particularmente prefiro o Jaspion).
Alguns dos programas da Tv Colosso eram o "Jornal Colossal", "Olimpíadas de Cachorro", "Acredite Se Puder" e outros tantos.
E os personagens? Cito alguns como JF (dono da TV Colosso), Capachão (o puxa-saco do chefe), Walter Gates (apresentador do Jornal), Paulo Paulada, Jaca Paladium, Mago Malabi e os queridos Gilmar e Priscila.
A propósito, o Vesgo do Pânico, como muitos afirmam, nunca foi a Priscila da TV Colosso. O papel mais próximo disso foi o do Corvo em um programa de auditório do Marcos Mion na Rede Bandeirantes.

Na época do programa, foram lançados discos com as músicas, gibis e até filmes com o elenco. A TV Colosso foi cotada para voltar ao ar agora em 2008, mas como o produtor do programa recusou a proposta de assumir a programação infantil da Rede Globo, por enquanto nada feito.
Quem viveu esta época, espero que tenha gostado. Deixo aqui mais um vídeo com o último bloco de um programa com aquele tradicional encerramento da chamada para o almoço em que o chef era praticamente atropelado pela cachorrada esfomeada.
Um abraço. Seu comentário será bem-vindo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Tratamento de choque - O Retorno
Olá amigo visitante do meu mundo. Estou aqui mais uma vez trazendo a eficiência do tratamento de choque. Certa vez, citei aqui mesmo sobre campanhas e ações publicitárias que exploram cenas fortes para conscientizar o infeliz cidadão sobre determinados temas que são problemas na sociedade. Temas como dirigir alcoolizado, não fumar, poluir o ambiente, entre outros. Naquela ocasião fiz uma analogia das campanhas com a realidade pessoal do nosso dia-a-dia.
Por isso, trago hoje mais dois exemplos de campanhas que exploram esse lado mais radical da mensagem. O "tapa" na cara para dizer "Ô, seu babaca. Vê se aprende!". Ao contrário daquela ocasião, prometo que o texto e os exemplos de hoje resumirão-se apenas em ações publicitárias.
O primeiro é o vídeo abaixo. Veja e tire suas conclusões.
Esta ação aconteceu no Chile e não há dúvidas que ela mudou o comportamento de muitas pessoas que insistem em dirigir sem o cinto.
A próxima ação é mais chocante. E ainda tocando no assunto cinto de segurança.
Clique na imagem para ampliar:

Este anúncio é alemão e diz: “Todo mês, uma criança morre por não usar o cinto de segurança no banco de trás”. É comum a criança dormir no banco traseiro do carro totalmente desprotegida. A imagem do anúncio conscientiza de que a criança corre o risco de dormir no sono eterno.
Poderia citar aqui diversas ações publicitárias com esse grau de choque na mensagem e na imagem. Mas não podemos negar que elas são eficientes. Esse tipo de ação é bastante comum lá fora. Aqui no Brasil isso é pouco explorado. A idéia pode até existir, mas certamente, na maioria das vezes, é barrado pelo nosso querido CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária). Enquanto isso, o trânsito brasileiro vai continuar sendo uma "tentativa de suicídio". As campanhas de trânsito devem ser mais fortes. Não temos nada a perder. É necessário colocar à força na cabeça dos condutores de veículos a verdadeira ética no trânsito. Passar a mão na cabeça e falar com carinho já não dá mais.
(e isso vale pra qualquer situação)
Por isso, trago hoje mais dois exemplos de campanhas que exploram esse lado mais radical da mensagem. O "tapa" na cara para dizer "Ô, seu babaca. Vê se aprende!". Ao contrário daquela ocasião, prometo que o texto e os exemplos de hoje resumirão-se apenas em ações publicitárias.
O primeiro é o vídeo abaixo. Veja e tire suas conclusões.
Esta ação aconteceu no Chile e não há dúvidas que ela mudou o comportamento de muitas pessoas que insistem em dirigir sem o cinto.
A próxima ação é mais chocante. E ainda tocando no assunto cinto de segurança.
Clique na imagem para ampliar:

Este anúncio é alemão e diz: “Todo mês, uma criança morre por não usar o cinto de segurança no banco de trás”. É comum a criança dormir no banco traseiro do carro totalmente desprotegida. A imagem do anúncio conscientiza de que a criança corre o risco de dormir no sono eterno.
Poderia citar aqui diversas ações publicitárias com esse grau de choque na mensagem e na imagem. Mas não podemos negar que elas são eficientes. Esse tipo de ação é bastante comum lá fora. Aqui no Brasil isso é pouco explorado. A idéia pode até existir, mas certamente, na maioria das vezes, é barrado pelo nosso querido CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária). Enquanto isso, o trânsito brasileiro vai continuar sendo uma "tentativa de suicídio". As campanhas de trânsito devem ser mais fortes. Não temos nada a perder. É necessário colocar à força na cabeça dos condutores de veículos a verdadeira ética no trânsito. Passar a mão na cabeça e falar com carinho já não dá mais.
(e isso vale pra qualquer situação)
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Poeira Publicitária - Nº 01
Olá a todos. Inicio hoje um novo quadro aqui no blog. Um pouco parecido com o MEMÓRIA 80/90, contudo segmentado. No POEIRA PUBLICITÁRIA você fará uma viagem pela história da propaganda, principalmente a brasileira. Postarei, neste novo quadro, alguns comerciais e anúncios antigos. Alguns antigos meeeeeeeeeeeeeesmo. O quadro não seguirá uma cronologia, mas tenho certeza que vocês gostarão bastante. A intenção deste novo quadro é, além da diversão, observarmos o quanto a propaganda evoluiu com o passar dos anos. Evolução em vários aspectos como por exemplo: tecnologia audio-visual, a forma de como a mensagem é passada para o receptor, entre outros. Aqui você encontrará grandes clássicos e alguns comerciais nem tão conhecidos assim, mas que possuem toda uma história e um pouco de humor por trás.
Para abrir esta primeira edição, relembro dois clássicos da década de 60. Duas animações com jingles que marcaram aquela época. O primeiro é o comercial das Casas Pernambucanas. Confira:
Toda vez que chegava o inverno, a Casas Pernambucanas jogava no ar esse comercial. Naquela época, a loja era especializada apenas na venda de tecidos, lãs e cobertores. Hoje você sabe muito bem que encontramos até eletrodomésticos lá. A propósito, a loja completa 100 anos de existência em 2008. E nesse centenário nenhum comercial deles marcou tanto quanto o do frio batendo na porta.
Outro comercial da mesma época foi capaz de mobilizar toda uma nação. Em trinta segundos, uma animação acompanhada de um jingle era capaz de ordenar milhares de crianças brasileiras. Veja o vídeo abaixo:
Esse comercial encerrava a transmissão diária da TV Tupi. Ele era a ordem de que as crianças deveriam ir para a cama. E os pequenos cumpriam religiosamente, todos os dias, às 21 horas, a ordem dada pelo comercial. As pessoas que estão hoje na faixa dos 40 anos de idade, falam que realmente só deitavam após assistirem ao comercial. Em consequência disso, até hoje este VT é sempre lembrado e é indispensável a sua citação quando o assunto é História da Propaganda Brasileira.
Aguarde a próxima edição. Tirarei do fundo do baú mais um empoeirado registro publicitário para mostrar a você, leitor deste blog.
Um grande abraço.
Para abrir esta primeira edição, relembro dois clássicos da década de 60. Duas animações com jingles que marcaram aquela época. O primeiro é o comercial das Casas Pernambucanas. Confira:
Toda vez que chegava o inverno, a Casas Pernambucanas jogava no ar esse comercial. Naquela época, a loja era especializada apenas na venda de tecidos, lãs e cobertores. Hoje você sabe muito bem que encontramos até eletrodomésticos lá. A propósito, a loja completa 100 anos de existência em 2008. E nesse centenário nenhum comercial deles marcou tanto quanto o do frio batendo na porta.
Outro comercial da mesma época foi capaz de mobilizar toda uma nação. Em trinta segundos, uma animação acompanhada de um jingle era capaz de ordenar milhares de crianças brasileiras. Veja o vídeo abaixo:
Esse comercial encerrava a transmissão diária da TV Tupi. Ele era a ordem de que as crianças deveriam ir para a cama. E os pequenos cumpriam religiosamente, todos os dias, às 21 horas, a ordem dada pelo comercial. As pessoas que estão hoje na faixa dos 40 anos de idade, falam que realmente só deitavam após assistirem ao comercial. Em consequência disso, até hoje este VT é sempre lembrado e é indispensável a sua citação quando o assunto é História da Propaganda Brasileira.
Aguarde a próxima edição. Tirarei do fundo do baú mais um empoeirado registro publicitário para mostrar a você, leitor deste blog.
Um grande abraço.
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